10 verdades sobre o Óleo de Coco que você precisa saber!

Você provavelmente já percebeu que o óleo de coco ganhou muita notoriedade nos últimos anos e aparece cada vez mais nos supermercados e lojas de produtos naturais.

Mas o que será que se descobriu a respeito deste produto que o tornou tão atrativo para as pessoas? Será que tudo que encontramos de informação ou ouvimos falar a respeito do óleo de coco é realmente verdadeiro? E como utilizá-lo na alimentação?

Se você também tem estas e outras dúvidas sobre o óleo de coco, este artigo é para você!

Vamos tirar suas dúvidas sobre:

  1. Óleo de Coco é uma gordura boa?
  2. Óleo de Coco emagrece mesmo?
  3. Óleo de Coco tem Efeitos Colaterais?
  4. Óleo de Coco pode ser aquecido?
  5. Óleo de coco: Como usar?
  6. Óleo de coco fortalece a Imunidade: Mito ou Verdade?
  7. Óleo de Coco e problemas na Vesícula biliar
  8. Óleo de Coco e melhora na absorção de nutrientes
  9. Dieta do Óleo de Coco: Mito ou verdade?
  10. Óleo de coco: Como escolher

Leia até o fim e aprenda tudo sobre o novo queridinho do mercado!


1. Óleo de Coco é uma gordura boa?


O óleo de coco puro é um produto totalmente vegetal, sem adição de outras substâncias e obtido através da prensagem da polpa da fruta. Sua composição é de cerca de 87% de gordura saturada, e o restante corresponde a gordura insaturada.

Neste ponto, muitas pessoas acabam desistindo de utilizar o óleo de coco, pois ainda existe um mito de que a gordura saturada é extremamente negativa para nossa saúde, o que não é verdade. É bem verdade que seria muito prejudicial à sua saúde se você consumisse um vidro do produto por dia, mas ninguém faz isso, não é?

O mais interessante sobre a composição do óleo de coco é que suas gorduras são do tipo TCM, ou seja: Triglicerídeos de Cadeia Média, que são gorduras capazes de serem “quebradas” com mais facilidade pelo nosso organismo produzindo assim energia diretamente para nosso corpo, ou seja: Estas gorduras são prontamente utilizadas pelo nosso corpo ao invés de serem armazenadas.

Esta grande vantagem dos TCM é uma das causas do grande sucesso que o óleo de coco passou a fazer, principalmente dentro do universo fitness. Quem não tem o costume de utilizar o óleo de coco em sua forma tradicional na alimentação, geralmente busca uma forma alternativa de consumo, como as cápsulas, que são igualmente efetivas.

2. Óleo de Coco emagrece mesmo?

Todo produto que é comumente utilizado dentro de dietas para emagrecimento acaba tendo esse rótulo de “emagrecedor”. Mas a verdade é que nenhum alimento, suplemento ou recurso ergogênico sozinho tem o potencial de engordar ou emagrecer ninguém, e com o óleo de coco não é diferente.

Suponhamos que sua alimentação hoje seja totalmente desregrada e você não pratique nenhuma atividade. A simples inclusão do óleo de coco na sua alimentação não teria impacto positivo nenhum no seu peso. Por esta razão não podemos afirmar que ele sozinho tem o poder de emagrecer, mas com certeza ele te ajuda a perder peso caso você forneça condições propícias para isso.

Mas como assim? Bem, vamos explicar. Caso você esteja realizando exercícios físicos e se alimentando corretamente com o objetivo de perder peso e gordura corporal, a adição de óleo de coco na sua rotina alimentar pode te  auxiliar na perda de peso através dos seguintes efeitos:

  • Sensação de saciedade: Como você já sabe, as gorduras apresentam uma densidade calórica maior que as proteínas e carboidratos, portanto é normal que seu poder de saciedade seja maior também. Acontece que além deste fato, os triglicerídeos de cadeia média do óleo de coco também atuam sobre hormônios importantes que controlam nosso apetite, o que acaba sendo extremamente positivo para quem deseja perder peso, pois com a ausência da sensação de fome, fica mais fácil controlar a alimentação e possíveis exageros.
  • Densidade Calórica: Como dito anteriormente, as gorduras são mais calóricas que proteínas e carboidratos, porém, quando comparamos os triglicerídeos de cadeia média do óleo de coco com outras gorduras (triglicerídeos de cadeia longa), percebemos que a densidade calórica dos TCM são aproximadamente 10% menores que as demais gorduras. Ou seja: Por ser menos calórico, acaba sendo muito indicado para quem está em dieta para reduzir o peso.
  • Utilização como substrato energético: Como falamos no início do texto, os triglicerídeos de cadeia média têm uma metabolização diferente, sendo utilizados como fonte de energia e não gerando gordura acumulada. Portanto, o óleo de coco é um bom recurso para compor sua porcentagem de gordura diária.
  • Queima de gordura: Se somado aos exercícios físicos, o óleo de coco pode conferir um efeito de queima dos estoques de gordura de forma mais fácil comparado à dietas compostas unicamente por triglicerídeos de cadeia longa. Isso foi o que algumas pesquisas com óleo de coco conseguiram provar, embora este resultado seja observado apenas dentro das primeiras 3 semanas de uso (possivelmente por conta da adaptação do corpo ao uso do óleo). Mesmo assim, é um ótimo aliado para te ajudar na fase inicial da sua dieta e exercícios, até mesmo porque costuma ser o período onde o corpo apresenta os melhores resultados.
  • Melhor desempenho em treinos de alta intensidade: Como tudo no meio científico, ainda precisam ser realizados mais estudos que comprovem com mais consistência este fato, porém, existem sim algumas evidências que apontam uma melhora no desempenho de pessoas que consomem triglicerídeos de cadeia média e realizam treinos de alta intensidade. Sendo assim, não custa tentar incluí-lo na sua rotina e ver como você responde, não é? Várias pessoas relatam esta melhora, portanto, embora os estudos ainda estejam escassos nesta área, há muitos casos positivos quanto ao uso do óleo de coco para esta finalidade.

3. Óleo de Coco tem Efeitos Colaterais?

Nós já frisamos diversas vezes aqui no blog a importância de saber qual o seu objetivo e como utilizar os produtos corretamente é a chave para que você tenha sucesso na sua estratégia. Bem, com o ele não é diferente, você não deverá consumi-lo indiscriminadamente a fim de acelerar os resultados.

Deve-se ter em mente primeiramente, que no momento em que você procurar um nutricionista para adequar sua alimentação, ele estipulará a quantidade de carboidratos, proteínas e gorduras da sua dieta, de acordo com seu objetivo e individualidade. Dentro desta quantidade de gorduras, será inserida a quantidade de TCM indicada para você, e através desta estratégia, ele será adicionado à sua dieta juntamente com outros tipos de gordura.

Embora não haja um consenso no meio científico sobre a quantidade ideal de óleo de coco a ser consumida durante o dia para usufruir os benefícios, geralmente a quantia diária oscila entre 1 e 3 colheres de sopa, dependendo de cada indivíduo.

Quanto aos efeitos colaterais, não existem evidências de nenhum efeito adverso grave entre as pessoas que consomem o produto. Alguns sintomas gastrointestinais como enjoo, diarreia e dores estomacais são relatados por pessoas com maior sensibilidade à gordura, ou até mesmo podem ocorrer por conta da falta de hábito em consumir o produto. Para isso, uma boa estratégia é começar a introduzi-lo aos poucos na sua alimentação, sempre com moderação e acompanhamento nutricional.

4. Óleo de Coco pode ser aquecido?

Esta é uma das principais dúvidas quando falamos em óleos: Podemos cozinhar com ele? A quantos graus podemos aquecê-lo com segurança?  Bem, a boa notícia é que o óleo de coco pode ser utilizado tranquilamente para preparações culinárias, não oferecendo perigo de oxidação mediante aquecimento em altas temperaturas.

10 verdades que você precisa saber sobre óleo de coco

Esta característica se dá graças a presença de ácido Láurico, que é muito resistente à temperaturas elevadas, diferentemente de outros tipos de óleos, que geralmente apresentam um limite de temperatura e maior propensão à oxidação.

Portanto, você pode aquecê-lo tranquilamente e preparar deliciosas preparações com o óleo de coco, visto que ele possui um sabor bem diferenciado.

5. Óleo de Coco: Como usar

Com a possibilidade de aquecer o óleo, sem dúvidas as opções de uso ficam muito mais diversificadas o que torna o consumo muito mais fácil. Separamos uma lista de diferentes formas de você incluí-lo na sua alimentação diária, veja só:

  • Frituras: Já é sabido que devemos evitar consumir frituras, principalmente quando se está realizando uma dieta para perda de peso. Mas eventualmente pode acontecer de você confeccionar algum alimento frito, e nada melhor que ter a opção de realizar a fritura e ter as propriedades do óleo de coco, não é?
  • Cozimento de alimentos com pouco óleo: Alimentos como arroz, feijão e legumes grelhados também podem ser cozidos com uma pequena quantidade de óleo de coco. Deve-se estar atento apenas quanto à quantidade, pois embora o óleo de coco ainda seja menos calórico que os outros óleos, ainda se trata de um alimento calórico, e que deve ser usado com moderação.
  • Carnes em geral: Sabe aquele filé de carne vermelha, frango ou peixe? Eles também podem ser grelhados com óleo de coco! Muitas pessoas acabam escolhendo este tipo de alimento para utilizar o óleo de coco, pois ele confere um sabor diferenciado, principalmente ao frango, que comumente já apresenta um sabor mais suave.
  • Bolos, pães e biscoitos: Embora estes sejam alimentos que precisam de mais cuidados para a confecção a fim de evitar que o resultado final seja diferente das receitas, não há nenhuma adaptação caso você resolva usar o óleo de coco, apenas substitua a gordura que você utilizaria, pelo óleo de coco.
  • Saladas: Pode ser utilizado para regar saladas em geral, sempre com o cuidado necessário quanto à quantidade. Apenas “um fio” costuma ser suficiente.
  • Café: Esta é uma prática que ganhou certa fama nos últimos anos dentro do universo fitness. Também conhecida como “Bulletproof Coffee”, esta bebida leva café, óleo de coco e manteiga. Embora pareça bastante estranho, a bebida começou a fazer muito sucesso nos pré-treinos, pois desta forma pode-se unir o efeito termogênico da cafeína com a energia gerada pelo óleo de coco. Assim como diversas estratégias nutricionais, esta técnica não é muito bem aceita e indicada para todas as pessoas, portanto o melhor é consultar o seu nutricionista para avaliar a sua condição.

6. Óleo de Coco fortalece a Imunidade: Mito ou Verdade?

Verdade! Esta é uma descoberta fantástica, pois o óleo de coco além de ser totalmente natural, também é de fácil acesso e consumo.

O fortalecimento da imunidade é possível através de uma substância chamada monolaurina (produto gerado a partir da digestão do ácido Láurico) que é responsável por eliminar as membranas gordurosas dos vírus. Além disso, fungos, parasitoses e bactérias maléficas também são eliminadas.

Embora a monolaurina elimine bactérias, sua ação não prejudica as bactérias “boas” do nosso corpo, que são igualmente importantes para a manutenção da saúde.

7. Óleo de Coco e problemas na Vesícula biliar


No Brasil, há um grande número de pessoas que convivem com pedras na vesícula ou até mesmo sem esta estrutura, devido a retirada cirúrgica. Para este público, a preocupação com quantidades, tipos e formas de uso de gorduras em geral é constante, pois a vesícula biliar é a responsável pela liberação da substância necessária para a digestão adequada de gorduras (a bile), e em caso desta estrutura encontrar-se inexistente ou com pedras, o cuidado deve ser redobrado.

Porém, a boa notícia é que este público pode consumir-lo tranquilamente sem se preocupar. Devido ao fato de seus ácidos graxos serem metabolizados no fígado e não necessitarem de bile para serem digeridos, ele é totalmente seguro para pessoas com problemas na vesícula. Ótima notícia, não é?

8. Óleo de Coco e melhora na absorção de nutrientes

Sabe-se que as gorduras em geral favorecem a absorção de vitaminas lipossolúveis (A,D,E e K), porém, o óleo de coco mostrou-se mais efetivo que os demais óleos para esta finalidade, melhorando não só a absorção das vitaminas lipossolúveis como também aminoácidos e minerais.

Estudos apontam, inclusive, que o óleo de coco é totalmente indicado para reverter quadros de desnutrição infantil, visto que em um estudo realizado com crianças desnutridas ingerindo óleo de coco mostrou que todas melhoraram o estado nutricional e aumentaram o peso muito mais rápido que crianças de um grupo controle, que ingeria óleo de soja.

Por esta razão, o óleo de coco desponta não só como um produto que promove perda de peso, mas também como um elemento fundamental no controle e reversão de problemas sérios de saúde pública, como a desnutrição infantil.

9. Dieta do Óleo de Coco: Mito ou verdade?

Se você fizer uma rápida busca pelo Google por “dieta do óleo de coco” vai encontrar diversos resultados com promessas milagrosas de resultados rápidos. Mas na verdade, trata-se de dietas com densidades calóricas muito baixas, em torno de 1.200 a 1.500Kcal/dia, o que com certeza apresentará resultados se o indivíduo estiver habituado a ingerir muito mais calorias diariamente.

Portanto, os resultados podem aparecer devido à restrição calórica severa, e não por conta da utilização do óleo.

Aproveitamos para alertar que restrições calóricas severas, repentinas e sem acompanhamento nutricional adequado podem ocasionar diversos problemas de saúde e/ou sintomas desagradáveis. Portanto, evite seguir dietas “prontas” com promessas milagrosas. O óleo de coco é um excelente aliado para a perda de peso, mas sua alimentação deve estar equilibrada e devidamente ajustada às suas condições.

10. Óleo de Coco: Como escolher

Existem inúmeras marcas diferentes no mercado, portanto você deve estar atento quanto à qualidade do produto, e principalmente quanto à forma de extração do óleo. Para que você consiga usufruir de todos os benefícios e garanta que os nutrientes do produto não se percam, ele deve ter sido prensado a frio (identifique esta informação na embalagem) e estar em uma embalagem de vidro, jamais em embalagens de plástico ou outros materiais.

Você também deve estar atento ao rótulo para identificar se o óleo é totalmente puro, ou seja: se nenhuma outra substância foi adicionada. Caso você identifique que o óleo contém outros ingredientes, não compre.

Dicas gerais de uso

  • É importante salientar que pessoas idosas e/ou com problemas cardiovasculares ou dislipidêmicos devem SEMPRE procurar um médico ou nutricionista antes de inserir o óleo de coco na sua alimentação. Embora existam estudos que comprovem efeitos positivos no perfil lipídico de quem usa óleo de coco, existem outros que apontam exatamente o contrário. Portanto, devido a esta divergência de estudos, cabe ao profissional de saúde responsável indicar ou não, o óleo de coco para este público.
  • Busque um nutricionista para que ele avalie seu estado nutricional, monte um plano alimentar personalizado, avalie possíveis carências nutricionais e insira o óleo de coco na sua rotina de forma correta.
  • Exercite-se. Como você pôde ver, há evidências da ajuda do óleo de coco no processo de emagrecimento, mas você precisará modificar seus hábitos para que esta ajuda realmente seja efetiva e se faça perceber.
  • Caso você não deseje fazer o uso do óleo de coco diretamente nos alimentos ou preparações, é possível utilizar o óleo de coco em forma de cápsulas, ingerindo antes das principais refeições, conforme orientação do médico ou nutricionista.

Conclusão:
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